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03/07/2019
Flagra: Novo Audi A3 Sedan aparece pela primeira vez
Até então, os flagras mostravam a nova geração do Audi A3 somente na versão hatch, mas nada do Sedan, um dos maiores acertos da marca nos últimos anos. Pois aqui está ele, e já na forma da versão mais nervosa, a S3 Sedan, que adianta alguns detalhes do design.  A primeira coisa que chama a atenção é seu tamanho. Se o formato da carroceria irá manter o caimento suave da traseira, as fotos mostram um porte mais próximo do A4, seguindo uma tendência de crescimento dos modelos. Isso dará a ele maior espaço interno e porta-malas sem abrir mão do estilo. A dianteira tem o mesmo visual que já vimos nos flagras do A3 hatch, com a grade maior e os faróis recortados que "invadem" o para-choque dianteiro, este com as entradas de ar maiores que marcam a linha S. A traseira mantém as lanternas em duas partes com LEDs, assim como as ponteiras duplas em cada extremidade denunciam se tratar da versão mais nervosa. Detalhes sobre motorizações ainda não foram revelados, mas deverá manter o 2.0 TFSI com câmbio S-Tronic de dupla embreagem. O novo A3 será revelado ainda este ano, enquanto o Sedan é esperado para pouco tempo depois. A linha S virá apenas em 2020.  Fonte: Motor1  
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01/06/2019
Audi implanta sistema que conecta carros e semáforos na Alemanha
A Audi anunciou que, a partir de julho deste ano, alguns de seus modelos vendidos na Alemanha terão como item opcional a inovadora tecnologia chamada Audi Traffic Light Information. Através dela, o sistema do carro estará interligado aos semáforos da cidade, com a possibilidade de identificação do tempo que eles permanecerão abertos, dando condições para o motorista decidir se acelera ou espera que ele feche. Como ninguém quer levar multas à toa, a análise leva em conta a velocidade máxima permitida na via e informa, de maneira automática, se é possível ou não passar de forma segura. O principal objetivo da funcionalidade é evitar o comum "para e anda", situação corriqueira em grandes cidades. Sistema pioneiro O sistema já está disponível em algumas cidades dos Estados Unidos desde 2016, e agora a empresa começa o processo de implantação na Europa. A cidade alemã de Ingolstadt será a pioneira no continente, com um planejamento de que após 2020 outras localidades também estejam aptas a trabalhar com a função. O responsável pela área de desenvolvimento de aplicativos da Audi, Andre Hainzlmaier, afirmou que "o para e anda nas cidades é muito irritante, então ficamos felizes quando encontramos uma 'onda verde', mas infelizmente isso ocorre muito raramente. Com a função Audi Traffic Light Information, os motoristas têm maior controle, dirigem com mais eficiência e mais relaxados, porque sabem se um semáforo a 250 metros à frente estará verde". Os EUA foram escolhidos como país para a implantação inicial do sistema porque sua estrutura de tráfego é muito mais ampla e uniforme, ao contrário da Europa. No momento, os semáforos da cidade alemã selecionada já estão aptos a trabalhar com a funcionalidade, mas Hainzlmaier explica que a "rapidez com que outras cidades estarão conectadas a essa tecnologia depende, acima de tudo, se os padrões de dados e interfaces forem estabelecidos e as cidades digitalizarem seus semáforos". Os dados de sinalização são tratados em um servidor da própria Audi, com posterior envio aos automóveis em movimento. Assim, também se torna possível que a empresa forneça informações de tráfego para autoridades locais, com o intuito de otimizar o funcionamento do trânsito. A implantação do sistema em cidades da Europa e do Canadá está prevista para os próximos anos, com um projeto sendo desenvolvido na China, especificamente na cidade de Wuxi. Fonte: Techmundo
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21/05/2019
Audi Q5 55 TFSI e-quattro é o híbrido que logo chega ao Brasil
O Audi Q5 55 TFSI e-quattro é a versão híbrida plug-in do SUV médio da marca de luxo alemã, que em breve deve chegar também ao mercado brasileiro. Produzido no México, o utilitário esportivo surge com nomenclatura utilizada atualmente na Europa e China. Equipado com motor EA888 2.0 TFSI de 252 cavalos e 37,7 kgfm que trabalha junto com um motor elétrico de 143 cavalos e 35,5 kgfm, gerando 367 cavalos e 50,8 kgfm de forma combinada. Junto com uma caixa automatizada de dupla embreagem S tronic de sete velocidades, o Audi Q5 55 TFSI e-quattro vai de 0 a 100 km/h em 5,3 segundos com máxima de 239 km/h. O Audi Q5 55 TSFI e-quattro possui baterias de lítio de 14,1 kWh montada sob o assoalho do porta-malas. Com tração nas quatro rodas, o SUV híbrido plug-in pode ser plugado em tomada de 220V por seis horas, tempo suficiente para que as 104 células prismáticas com 381 volts possam ser completamente carregadas. Isso garante autonomia de 40 km no modo elétrico, mas o Audi Q5 55 TFSI e-quattro pode ser recarregado em sua totalidade em apenas 2,5 horas numa estação de energia rápida de 400 volts. Movendo-se apenas com energia, o utilitário esportivo de luxo pode alcançar até 135 km/h. O consumo médio é de 47,6 km/l de gasolina. De acordo com a Audi, é a primeira vez que o sistema de tração nas quatro rodas “ultra” é utilizado com um propulsor a combustão acoplado a um motor elétrico. Da mesma forma que no Q5 convencional, o eixo cardã e o diferencial traseiro são desconectados durante a condução, quando não há necessidade de enviar força às rodas traseiras. Nesse caso, apenas os semieixos traseiros giram. O Audi Q5 55 TFSI e-quattro tem modos de condução Hybrid, EV e Battery Hold, esta última para recarga mais eficiente da bateria. O SUV tem ainda controle de cruzeiro adaptativo, faróis de LED, ar condicionado tri zone, cluster digital, HUD, bancos esportivos, rodas de liga leve aro 18 polegadas, entre outros. Fonte: Notícias Automotivas
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11/04/2019
Audi participa do Salão do Automóvel de Xangai
A Audi participará do Salão do Automóvel de Xangai 2019, na China, com estreias mundiais e uma série de inovações. Dentre as novidades, a marca apresentará o visionário carro conceito Audi AI:ME, além de dois modelos elétricos que farão sua estreia na metrópole chinesa: o Audi e-tron e o Q2L e-tron, que foi projetado especialmente para a China e é construído na fábrica de Foshan. O SUV compacto será entregue aos primeiros clientes no verão de 2019 e faz sua estreia mundial em Xangai. "Com os modelos elétricos Audi Q2L e-tron e Audi e-tron, estamos lançando uma nova era na China com nosso parceiro FAW. O SUV compacto será produzido localmente já este ano e, a partir de 2020, o Audi e-tron também será produzido na China, nosso maior e mais importante mercado mundial", afirma Bram Schot, CEO da Audi. A carroceria do Audi Q2L e-tron é 33 milímetros mais longa que o do modelo básico. O carro é movido por um motor elétrico no eixo dianteiro que movimenta 100 quilowatts e 290 NM. Com uma capacidade de bateria de 38 quilowatts/hora, possui autonomia de até 265 quilômetros, de acordo com o procedimento de homologação local. A segunda geração do Audi Q3, que terá lançamento de vendas na China durante o Salão, também está sendo fabricada naquele país. O SUV não só parece mais autoconfiante, mas também é versátil e espaçoso. Assim como os modelos de topo de gama da Audi, ele apresenta um conceito de operação e exibição digital, soluções de infotainment abrangentes e sistemas de assistência inovadores. Os clientes chineses podem escolher entre três motores de quatro cilindros que variam entre 150 a 220 cv. Outro destaque da presença da Audi em Xangai é a estreia mundial de um carro conceito visionário para a mobilidade urbana de amanhã: o Audi AI:ME, que mostra as ideias dos designers e programadores da Audi para um automóvel compacto do futuro. O veículo oferece interior espaçoso e futurista, com capacidade para condução autônoma de nível 4. Isso permite aos ocupantes a liberdade para fazer o que gostam com seu tempo a bordo. O Audi AI:ME oferece uma ampla gama de recursos de alta tecnologia para comunicação, entretenimento ou simplesmente relaxamento. Fonte: DCI
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25/03/2019
Primeiro SUV elétrico da Audi está pronto para ganhar as ruas
A Audi apresentou aquele que será o seu quinto automóvel elétrico de produção, o Q4 e-tron concept. Trata-se de um SUV compacto, com lançamento marcado para 2020 e que se vai situar abaixo do já conhecido Audi E-tron. A Audi definiu o lançamento de 12 automóveis totalmente eléctricos até 2025 como um dos seus grandes objetivos e o Q4 e-tron é o próximo nome nesta lista. Montado sobre a plataforma modular MEB do grupo VW, este SUV eléctrico tem 4,59 metros de comprimento, 1.90 metros de largura e 1,61 metros de altura, ao passo que a distância entre eixos é de generosos 2,77 metros. Como acontece com o Audi e-tron, este Q4 e-tron concept conta com dois motores eléctricos (um por eixo) que oferecem uma potência combinada de 301 cavalos. Este sistema é alimentado por uma bateria que garante autonomia de 450 quilômetros. Sistema de tração é o Quattro da Audi. Um dos trunfos do novo modelo é a plataforma MEB, desenvolvida pela Volkswagen para o seu I.D. Neo, veículo agendado para o início de 2020, que depois irá servir para uma série de outros modelos do grupo. Fabricada exclusivamente em aço, para ser mais simples de construir e posteriormente de reparar, além de mais barata do que o alumínio, a MEB vai permitir que o Q4 e-tron surja com versões com apenas tração atrás, mas igualmente com sistema 4×4, quando equipado com um segundo motor eléctrico montado no eixo dianteiro. Quanto às baterias para o Q4 e-tron, o segredo ainda é total, sabendo-se contudo que a plataforma MEB permite montar várias capacidades de acumuladores, tendo a menor 48 kWh e a maior 80 kWh, pelo menos para um veículo com a distância entre eixos do I.D. Neo. Neste modelo da Volkswagen, estes packs de baterias permitem antecipar autonomias entre 330 km e 550 km. O primeiro modelo elétrico da Audi, o E-tron, que foi mostrado no Salão do Automóvel de São Paulo no ano passado, começa a ser vendido na Europa este ano e em seguida também chegará ao Brasil. A Audi ainda não confirma, mas o E-Tron deverá aparecer por aqui ainda neste ano. Fonte: Massa News
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04/02/2019
Audi Q5: os detalhes das duas gerações do SUV
O Audi Q5 surgiu em 2008 como o segundo SUV da marca de luxo alemã, sendo que o primeiro é o Q7, apresentado em 2005. Como um modelo intermediário, o utilitário esportivo teve um papel importante no aumento da participação da empresa nesse mercado. Feito em diversos países, o Audi Q5 chegou também ao Brasil, mas, assim como o Q7, teve apenas papel de coadjuvante até a segunda geração, que passou a ser importada do México e com maior competitividade, assim como novidades que o colocaram em evidência dentro do portfólio nacional da Audi. Mas não foi apenas isso, trouxe uma importante versão blindada. Na China, por exemplo, foi o primeiro SUV alongado da Audi, uma exigência do mercado local. Aliás, a segunda geração do Audi Q5 é feita exclusivamente em San Jose Chiapa, norte do México, de onde é exportado para todo o mundo, exceto China. Na anterior, o Audi Q5 foi feito em diversos lugares. Partindo de Ingolstadt, Alemanha, ele foi enviado para produção em Kaluga (Rússia), Changchun (China), Aurangabad (Índia) e Shah Alam (Malásia). Neste artigo, contaremos a história desse interessante utilitário esportivo de luxo vendido no Brasil.   Audi Q5 – primeira geração Ele surgiu como um interessante conceito chamado Audi Cross Cabriolet em 2007, mas na realidade se converteu em um SUV bem familiar. Menor que o Q7, o Audi Q5 estreou no Salão de Pequim de 2008 e já com mostras de se tornar um carro global. Um fato peculiar chama atenção no SUV de luxo, sua plataforma. Embora a base modular MQB faça sucesso hoje no mundo, a Volkswagen como grupo iniciou o projeto de modularização dos kits de montagem em 2007 com a MLB. Depois do A5 e do A4 daquela época, foi a vez do Audi Q5 receber a Modularer Längsbaukasten. Então, não há uma plataforma “PQ” da VW sob o utilitário esportivo. Apenas em 2013 é que a VW conseguiu fazer o mesmo com os carros de motor transversal, gerando a MQB. A atual MLB é chamada MLB Evo. Em realidade, não se trata de fato de uma plataforma (assoalho, quadros e travessas), mas um sistema de modularização de peças e componentes, que podem ser montados em diversos modelos da mesma forma. Com motor e transmissão em longitudinal, o Audi Q5 surgiu com 2,807 m de entre-eixos, um bom espaço para gerar conforto e espaço a bordo, tendo 4,639 m de comprimento, 1,880 m de largura e 1,650 m de altura. Seu peso girava em torno de 1.850 kg. Equipado com suspensão dianteira com braços duplos no lugar da McPherson tradicional, o Audi Q5 era diferente também por ser um carro conceitualmente de tração dianteira, como o Audi A4 ou A5 de qualquer geração, mesmo que estes também tenham motor/câmbio em longitudinal. O motivo é que o câmbio longitudinal do Audi Q5 envia sua força por eixo cardã até o diferencial traseiro, tendo uma caixa de transferência com cardã menor para um diferencial dianteiro, fixado sob o próprio câmbio, ligando as rodas dianteiras. Assim, o SUV luxuoso já vinha com tração permanente nas quatro rodas (Quattro). A suspensão traseira é multibraço nas duas gerações. Dessa forma, o Audi Q5 surgiu para deleite de quem não queria ter um utilitário esportivo de sete lugares e porte grande, como o Q7.   Design Menos funcional do que o Q7, porém, mais elegante, o Audi Q5 surgiu bem menos conservador, com uma atraente suavidade no desenho da área envidraçada lateral, onde as colunas C possuíam vigias levemente curvas, que davam fluidez ao SUV, reduzindo assim seu porte e gerando uma leveza visual. Era quase um cupê numa comparação com o Q7, bem mais formal e familiar. A frente contava com faróis duplos de xênon com luzes diurnas em LED e repetidores de direção inferiores. A grade quase em “V” tinha acabamento cromado e frisos verticais que marcavam os SUVs da Audi. O para-choque simulava três partes, sendo duas com faróis de neblina circulares. O capô não era muito longo e a área envidraçada era boa. Tinha maçanetas vazadas, barras longitudinais de alumínio no teto, rodas de liga leve que iam de 16 até 19 polegadas, bem como apenas dois vincos pronunciados nas laterais e outro suave envolvendo a base das janelas. Assim como no Q7, o Audi Q5 também apostou em lanternas presas à tampa do porta-malas. Neste SUV, elas eram de LED e tinha um desenho quase triangular. Por ser pesada, a tampa vinha com acionamento elétrico para abrir e fechar. Esta tinha ainda boa vigia e defletor de ar no teto. Abaixo do corte sobre a placa, o para-choque adicionava um conjunto de luzes de neblina, ré e refletores. A parte inferior do protetor era preta e tinha escape duplo. Nas versões com S line, o Audi Q5 tinha mais partes dos para-choques na cor do carro, assim como escapes separados, rodas esportivas e mais cromados. Por dentro, o Audi Q5 da primeira geração era bem luxuoso e chamava atenção pelos detalhes, como volante em couro com centro volumoso, cluster analógico com mostradores de design esportivo e multimídia numa tela bem isolada. Com túnel elevado, o modelo tinha alavanca tradicional na versão automática, bem como botão de partida e freio eletrônico de estacionamento. O ar condicionado dual zone tinha displays separados e não integrados à multimídia, sem touchscreen. O sistema de som tinha CD player e comandos físicos abaixo da multimídia. Na atualização de meia vida em 2012, o Audi Q5 passou a dispor de slots de DVD/CD e entradas SD no mesmo local, ficando os comandos físicos de navegação e mídia (tela sem touch) atrás da alavanca no túnel. Nessa época, o volante passou a ter 4 raios. Com bom espaço interno, o Audi Q5 anterior tinha bancos em couro e extensores de assento em algumas versões, assim como ajustes elétricos e aquecimento dos mesmos. O teto solar padrão e o panorâmico também estavam disponíveis, enquanto o porta-malas tinha 540 litros. O acabamento mesclava partes em couro, soft e materiais especiais, que podiam ser aço escovado, alumínio ou madeira. A impressão real de luxo estava por todo o ambiente, sendo mais elegante que as atuais formas retilíneas do atual. O Audi Q5 tinha navegador GPS, opção de sistema de som premium Bose e controle de cruzeiro adaptativo, acionado na alavanca na coluna de direção. A atualização de 2012, trouxe a multimídia MMI com sistema de navegação Plus. Também passou a integrar dispositivos iOS da Apple e foram feitos pequenos ajustes no visual geral. As lanternas também tiveram as luzes reposicionadas. A parte mecânica também sofreu mudanças.   Motores Dos quatro motores originalmente oferecidos no Audi Q5, que chegou ao Brasil em 2009, dois vieram para cá. Oferecido nas versões Attraction e Ambition, o SUV tinha no primeiro o motor 2.0 TFSI (EA888) com 214 cavalos a 4.300 rpm e 35,7 kgfm a 1.500 rpm. Era equipado com transmissão automatizada de dupla embreagem banhada a óleo S tronic com sete marchas. Pesando 1.740 kg, o Audi Q5 com motor pequeno ia de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos e tinha máxima de 222 km/h, fazendo com gasolina apenas, ruins 7,1 km/l na cidade e 8,5 km/l na estradas, números péssimos que evidenciavam seu enorme peso. A autonomia teórica era de 637 km graças ao tanque de 75 litros. Entretanto, a versão mais desejada era a Ambition, que tinha o motor V6 3.2 FSI da própria Audi, que entregava 269 cavalos a 6.500 rpm e apenas 33,7 kgfm a 3.500 rpm. Ou seja, tinha menos torque que o 2.0 TFSI. Sem turbo, o Audi Q5 V6 não fazia muito mais em comparação ao 2.0, indo de 0 a 100 km/h em 6,9 segundos e com final de 234 km/h. Ou seja, era mais a imponência do propulsor maior para dar mais status, algo que atualmente não conta mais. No entanto, mesmo 55 kg mais pesado, essa opção era mais econômica (mais um motivo para levar para casa), fazendo os mesmos 7,1 km/l na cidade e 10,1 km/l na estrada. O Audi Q5 V6 3.2 FSI também tinha a mesma caixa S tronic e a tração permanente nas quatro rodas, que variava a força entre os eixos e de roda em roda. No facelift de 2012, o 2.0 TFSI passou a ter 225 cavalos e 35,7 kgfm, enquanto um novo V6 3.0 TFSI vinha com compressor volumétrico e 272 cavalos a 6.500 rpm, mas com 40,8 kgfm a 2.150 rpm. A dupla de motores passou a usar o câmbio automático Tiptronic de 8 marchas com conversor de torque, mantendo a tração Quattro. Com isso, o Audi Q5 baixou o tempo até 100 km/h para 7,1 segundos, mas manteve a final. O V6 3.0 levou o SUV de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos, mas o consumo piorou muito. Lá fora, teve uma versão híbrida com 245 cavalos e 48,8 kgfm. Audi SQ5 Em 2013, a Audi lançou o SUV esportivo SQ5 em duas motorizações. Com faróis full LED redesenhados, grade hexagonal com frisos cromados horizontais, logotipo “S”, para-choque com entradas de ar nas laterais e desenho mais proeminente, tendo ainda rodas de liga leve de cinco raios duplos e aro 20 polegadas, retrovisores prateados, suspensão rebaixada e escape quádruplo. No Brasil, chegou apenas a versão 3.0 TFSI, que tinha o mesmo motor V6 3.0 usado no Audi Q5 Ambition, mas com 359 cavalos a 6.500 rpm e 47,9 kgfm a 4.000 rpm. Equipado com câmbio automático de 8 marchas e tração Quattro, o SQ5 3.0 TFSI tinha dois compressores e um chassi reforçado para maior performance. O interior tinha acabamentos opcionais, que envolviam fibra de carbono, alumínio ou preto brilhante, bem como bancos em couro ou Alcantara. Os assentos dianteiros eram bem esportivos e o volante com costuras vermelhas. Com 1.905 kg, ia de 0 a 100 km/h em 5,3 segundos e tinha máxima limitada em 250 km/h. Na Europa, havia o SQ5 TDI, com motor V6 3.0 de 313 cavalos e 66 kgfm. Em sua segunda geração, o Audi Q5 na versão SQ5 adicionou motor V6 3.0 TFSI com 354 cavalos a 5.400 rpm e 51 kgfm a 1.370 rpm. O novo motor EA839 vem com dois turbocompressores e trabalha junto com a mesma caixa automática de 8 marchas, bem como o sistema Quattro. Pesando 1.945 kg, o SQ5 2019 vai de 0 a 100 km/h em 5,4 segundos e limitada a 250 km/h, fazendo 7,4 km/l na cidade e 8,9 km/l na estrada. Audi Q5 – segunda geração Falando em segunda geração, em 2016, o Audi Q5 passou do modelo Typ 8R para o Typ 80A. O novo carro manteve o estilo anterior, mas com linhas mais refinadas. O SUV recebeu a plataforma modular MLB Evo, que incorpora inovações que surgiram na base MQB, que serve aos modelos de propulsor transversal no grupo VW. Com uma boa redução de peso em relação ao modelo anterior, o atual Audi Q5 manteve os conjuntos de suspensão de duplo braço na frente e multilink atrás, mas foi reforçado com mais aços de alta resistência, assim como pequenas partes em alumínio. O SUV adotou também soluções para redução de consumo e emissão. Por conta disso, chegou ao Brasil em três versões (Attraction, Ambiente e Ambition) com motor EA888 2.0 TFSI de 252 cavalos a 5.000 rpm e 37,7 kgfm a 1.600 rpm. O propulsor de quatro pistões vem com sistema de desligamento de cilindros e dupla injeção: indireta para rotações baixas e direta para giros mais elevados. O câmbio é o automatizado de dupla embreagem banhada a óleo S tronic com sete velocidades e com a função “roda-livre”, onde a transmissão desacopla a marcha em caso de declives acentuados ou desaceleração. Além disso, o Start&Stop desliga o motor há poucos metros de parar o veículo totalmente. O modelo tem ainda modos de condução com opção Eco, que reduz bastante o consumo. Assim, o Audi Q5 2.0 TFSI tem consumo médio de 13,6 km/l, segundo a marca, bem como vai de 0 a 100 km/h em 6,3 segundos e com velocidade final de 237 km/h. O que contribui em parte para estes números é o sistema Quattro ultra, que possui uma embreagem multidisco de acoplamento do eixo cardã, que o desliga em caso de desaceleração ou cruzeiro de baixo giro. O sistema ainda possui outro dispositivo no diferencial traseiro, onde os semieixos das rodas também são desconectados para que não girem o diferencial e o cardã preso nele, reduzindo assim em 3% o consumo de combustível. O Audi Q5 é o primeiro carro da marca alemã a dispor dessa tecnologia. No design, o Audi Q5 2019 chama atenção pelas ancas curvilíneas nos dois eixos, tendo as colunas C com vigias bem destacadas, assim como linhas de expressão suaves. Embora seja maior que o anterior, ele parece menor devido ao porte mais volumoso. Na frente, os faróis full LED são retangulares e possuem lentes duplas, enquanto a grade hexagonal cromada tem elementos brilhantes e para-choque com entradas de ar laterais. Na traseira, as lanternas em LED continuam quase triangulares, mas foram atualizadas. O corte na chapa da tampa do bagageiro se mantêm, assim como os conjuntos de refletores e luzes de ré e neblina. Entretanto, o Audi Q5 2019 possui para-choque sem escapes aparentes, numa tentativa da marca de mostrar os novos tempos do mercado, onde híbridos plug-in e elétricos dispensarão as famosas ponteiras. As rodas de liga leve aros de 18 a 20 polegadas. Por dentro, o ambiente ficou muito mais funcional que o anterior e perdeu um pouco o brilho com linhas mais esportivas e joviais, que não agradam os mais tradicionalistas. O Audi Q5 chega a ter volante de fundo chato, mas com exceção de alguns detalhes, como o túnel largo, não passaria de um SUV médio de marca tradicional. Um aplique em alumínio na parte central até agrada, mas o restante parecem mais simples que o Q5 anterior. O cluster digital e configurável é o Audi Virtual Cockpit com tela de 12,3 polegadas. A tela de multimídia de 8,3 polegadas agora é destacada do conjunto, fixada acima dos difusores de ar centrais. O ar condicionado dual zone tem novos comandos, similares aos do Q7 atual, bem como teclas auxiliares mais abaixo e um discreto botão de partida. A alavanca em estilo manche é outro item que veio do irmão maior, assim como pad para interação com a multimídia MMI e comandos de navegação da central de entretenimento. Os bancos são bem envolventes e possuem alguns tipos de revestimento em tecido, couro, couro natural ou Alcantara, assim como ajustes elétricos, memória e aquecimento. O teto solar panorâmico é oferecido apenas em algumas versões, enquanto o porta-malas passa a ter 550 litros.   Q5 blindado Medindo 4,663 m de comprimento, 1,893 m de largura, 1,659 m de altura e 2,819 m de entre-eixos. Com 1.720 kg, o Audi Q5 2.0 TFSI tem um bom desempenho, mas em termos de proteção, é como qualquer carro comum. Para proteger seus clientes, a Audi trouxe do México a versão blindada de fábrica. Desenvolvida na Alemanha e feito em San Jose Chiapa, o Audi Q5 Blindado não utiliza aramida, kevlar ou fibra de carbono para proteção balística. Em seu lugar, chapas de alta de alta resistência foram adicionadas ao que já existia na estrutura, envolvendo todo o habitáculo e porta-malas, mesmo no assoalho. Não há teto solar e os vidros possuem vários camadas de proteção contra tiros, sendo classificado como nível III-A pelo Exército Brasileiro, podendo assim suportar impactos de pistolas .40, 9 mm, submetralhadora e algumas espingardas, como a de 12 calibres. Com toda essa proteção, que inclui pneus especial run flat com resistência a furos e podendo rodar até 80 km a 80 km/h, o Audi Q5 Blindado vai de 0 a 100 km/h em 7,9 segundos e tem máxima de 235 km/h, usando o mesmo conjunto mecânico das demais versões. O veículo pesa 2.295 kg e possui sistema de alarme com comunicação externa e sistema de climatização diferenciado.   Fonte: Notícias Automotivas  
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08/01/2019
Audi E-Tron participa de tecnologia de realidade virtual
A Audi expõe um E-Tron Quattro transformado em plataforma de experiência de realidade virtual na CES, Consumer Electronics Show, em Las Vegas, EUA. O conceito permite aos passageiros do banco traseiro experimentar filmes, videogames e conteúdo interativo de forma realista, usando óculos de realidade virtual, com uma novidade: adaptar o conteúdo virtual aos movimentos do veículo. Se o carro acelerar ou virar à direita, por exemplo, a espaçonave na experiência faz o mesmo. A Audi co-fundou a start-up Holoride GmbH, que vai comercializar essa forma de entretenimento como plataforma aberta dentro de três anos. Na CES, a Audi demonstra a tecnologia com “Os Vingadores: Rocket’s Rescue Run”, em parceria com a Disney Games and Interactive Experiences. Usando óculos de RV, o passageiro é transportado para uma representação fantástica do espaço sideral: o veículo se transforma em uma espaçonave tripulada pelos Guardiões da Galáxia, enquanto o passageiro atravessa um campo de asteroides ao lado do personagem Rocket. Cada movimento do carro é refletido na experiência em tempo real. Fonte: Best Cars
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28/11/2018
Audi e-Tron GT: conceito elétrico apresentado em LA
A Audi apresenta em Los Angeles o Audi e-tron GT - conceito elétrico, cupê de quatro portas, que antecipa um modelo de produção que deve chegar ao mercado em dois anos. O modelo fará sua estréia no cinema em Marvel Studios 'Avengers 4, que será lançado nos cinemas no verão de 2019. O próximo Audi elétrico está sendo lançado, seguindo as pegadas do Audi e-tron SUV e o Audi e ? tron ??Sportback previsto para 2019. Desta vez com uma arquitetura de piso plano que proporciona proporções empolgantes e um baixo centro de gravidade. 434 kW (590 cavalos de potência) garantem o desempenho adequado para um carro esportivo. O torque é transferido para as rodas através da tração integral permanente quattro com vetorização de torque, como seria de se esperar para um Audi tão dinâmico. A subsidiária de desempenho Audi Sport GmbH é responsável por transformar posteriormente o carro em um modelo de produção em volume. Plano, largo e com uma longa distância entre eixos - essas são as proporções de um clássico Gran Turismo. E o conceito do Audi e ? tron ??GT reflete isso com seus 4,96 metros de comprimento, 1,96 metros de largura e 1,38 metro de altura. O corpo leve do cupê de quatro portas é fabricado usando uma construção multimaterial. Aqui você tem uma seção de telhado feita de carbono junto com numerosos componentes de alumínio e elementos de suporte feitos de aço de alta resistência. A tecnologia para este automóvel foi desenvolvida em estreita colaboração com a Porsche. Design e personagem estão cheios de DNA inconfundível da Audi. O teto do conceito e-tron GT, que se estende bem para trás, reflete o layout esportivo que é a marca registrada da marca. Isto, no entanto, é claramente levado em frente no futuro, apontando o caminho para o próximo estágio evolucionário da linguagem de design da Audi. A cabine que afunila fortemente na parte traseira se destaca em comparação com os modelos atuais da Audi. Os arcos das rodas e os ombros são esculpidos enfaticamente e, juntamente com o piso plano que é incomum para um veículo elétrico, visualmente sublinha o baixo centro de gravidade e o potencial dinâmico do conceito Audi e-tron GT. As linhas largas e os numerosos elementos funcionais do corpo, bem como as aberturas de ventilação dos arcos das rodas e o difusor traseiro sólido enfatizam suas origens no túnel de vento. Um coeficiente de arrasto baixo, que reduz o consumo de combustível e o baixo aumento, caracteriza visualmente o projeto. A área da soleira entre os arcos das rodas foi desenhada para fora, criando um contraste distinto com a cabine. O peitoril chama a atenção para a área sob o piso onde a bateria e, portanto, o centro de energia do conceito do Audi e-tron GT estão localizados. O design das rodas com seus cinco raios gêmeos também está visivelmente alinhado à sua função. Seu design dinâmico proporciona ótima ventilação dos discos de freio, ao mesmo tempo em que reduz o arrasto. Com pneus de tamanho 285/30, as rodas de 22 polegadas também fazem uma declaração clara quando vistas de lado. A marca registrada Audi Singleframe está localizada no centro da seção frontal. Comparado com os dois SUVs e-tron, sua arquitetura é muito mais horizontal. A metade superior vem com uma capa pintada na cor da carroceria. Sua estrutura de superfície é uma reminiscência do padrão típico de favo de mel da grade nos modelos Audi RS - um sinal visual que caracteriza o conceito Audi e-tron GT como um produto futuro da Audi Sport GmbH. Juntamente com o fluxo de ar desejado do corpo, grandes entradas de ar na frente refrigeram efetivamente os conjuntos, a bateria e os freios. O capô com seu fluxo de ar na superfície ecoa os dois últimos carros da marca, o Aicon e o PB18 e-tron. Ele é projetado de tal forma que o fluxo de ar abraça o corpo, reduzindo assim o redemoinho indesejado. A seção dianteira em forma de flecha também enfatiza os faróis de matriz de LED com farol alto a laser, ressaltando a presença dinâmica do conceito do Audi e-tron GT, mesmo quando parado. Como já foi visto nos atuais veículos Visions da marca, a luz também é animada aqui e dá as boas-vindas ao motorista com uma seqüência de funções curta, a onda de luz que se estende horizontalmente: uma nova assinatura visual que está pronta para produção em volume no futuro . Uma faixa de luz percorre toda a largura da parte traseira. Esta tira dissipa-se nas bordas externas, nas unidades de iluminação reais, em segmentos de LED individuais em forma de cunha. Essa arquitetura liga o e-tron GT ao SUV e-tron de produção em volume, tornando ambos instantaneamente reconhecíveis, mesmo no escuro, como os automóveis elétricos da Audi. O novo pó cinético da cor exterior - uma cor quente e escura semelhante ao titânio - é praticamente prático sem ser "tecnóide". Dependendo da incidência e movimento da luz, fornece um contraste significativo entre as superfícies do corpo. Elementos de alumínio fosco e com cores quentes no friso da janela e nos aros enfatizam ainda mais esses efeitos. Sensação contemporânea sustentável: o interior Quatro portas, quatro bancos com distância entre eixos de 2,90 metros (9,5 pés) - no interior, o conceito Audi e ? tron ??GT proporciona uma grande dose de utilização diária, aliada a uma soberba sensação de qualidade. O centro funcional do interior está localizado na frente esquerda, visivelmente focado no banco do motorista. O console central, a grande tela sensível ao toque na seção superior e a linha do trilho da porta e do cockpit emolduram o local de trabalho do motorista, incorporam perfeitamente o driver ergonomicamente com os controles e o infotainment do Audi e ? tron ??GT. O console central e o painel de instrumento independente parecem flutuar. As cores claras na seção superior do cockpit ea gradação gradualmente mais escura até a área do piso criam a impressão de largura clara. Assentos esportivos inspirados em corridas automobilísticas em ambas as fileiras de assentos proporcionam ótimo suporte lateral mesmo em curvas em velocidade. Tanto a tela do instrumento central quanto a tela sensível ao toque acima do console central vêm com um acabamento de painel preto. Eles enfatizam o design amplo e calmo do interior, com sua arquitetura básica predominantemente horizontal. Vários layouts estão disponíveis para os monitores apresentarem as funções, dependendo da preferência do motorista, incluindo mostradores de instrumentos virtuais, mapas de navegação de fácil leitura com informações sobre o alcance ou vários menus de função de infoentretenimento. Eles são controlados através do touchscreen com feedback tátil. Com o concept car, os designers optaram deliberadamente pelo uso consistente de materiais sustentáveis ??- uma afirmação clara do design automóvel contemporâneo. Os produtos à base de animais não são utilizados: o conceito do Audi e ? tron ??GT vem com um interior vegano. Couro sintético sofisticado é usado nos assentos e outras superfícies de acabamento. Tecidos feitos de fibras recicladas são usados ??nas almofadas do assento, bem como nos apoios de braço e no console central. O material de microfibra adorna o forro do teto e o acabamento dos pilares da janela. Até mesmo o carpete de assoalho profundo é feito de fio Econyl sustentável, uma fibra reciclada feita a partir de redes de pesca usadas. Com dois compartimentos de bagagem, o conceito Audi e-tron GT oferece muitas opções para um Gran Turismo. Aqui, aproveita ao máximo sua vantagem conceitual como um automóvel elétrico com unidades de acionamento compactas. A traseira com sua grande porta traseira oferece até 450 litros de capacidade de bagagem. Sob o capô há um extra de 100 litros (3,5 pés cúbicos) de capacidade. Desempenho e alcance: a unidade Potência do sistema de 434 kilowatts (590 cavalos) - esse é um valor impressionante para o potencial do acionamento totalmente elétrico. Motores elétricos separados são montados nos eixos dianteiro e traseiro. Em ambos os casos, estes são motores síncronos permanentemente excitados. Eles colocam o torque na estrada através das quatro rodas motrizes - naturalmente, o novo conceito do Audi e-tron GT também é um verdadeiro quattro. Um quattro elétrico para ser preciso, já que não há ligação mecânica entre o eixo dianteiro e traseiro. O sistema de controle eletrônico coordena a transmissão entre os eixos, bem como entre as rodas esquerda e direita. Isso significa tração ótima e apenas a quantidade desejada de deslizamento. No futuro, o veículo deve acelerar de 0 a 100 km / h em cerca de 3,5 segundos antes de chegar a 200 km / h em apenas 12 segundos. A velocidade máxima é regulada a 240 km / h (149,1 mph) para maximizar o alcance. Um recurso que nem toda a concorrência pode igualar é a opção de utilizar completamente o potencial de aceleração do drive várias vezes seguidas. Enquanto em outros lugares a unidade é alterada para overdrive para considerações térmicas, o conceito Audi e-tron GT pode fornecer ao driver todo o potencial de ambos os motores e a bateria graças à sua sofisticada estratégia de resfriamento. O alcance do carro conceito será de mais de 400 quilômetros (248,5 mi), determinado de acordo com o novo padrão WLTP. A energia de acionamento necessária vem de uma bateria de íons de lítio com um conteúdo de energia de mais de 90 kWh, que ocupa toda a área do piso entre o eixo dianteiro e traseiro com seu design plano. A vantagem decisiva deste design é o centro de gravidade extremamente baixo do carro - comparável ao do Audi R8 - que, por sua vez, beneficia decisivamente o manuseio dinâmico. A direção em todas as rodas traduz isso em uma síntese perfeita de agilidade e precisão de carro esportivo, aumentada pela excelente estabilidade direcional. O sistema de recuperação aumenta o alcance em até 30% nos veículos elétricos Audi - isso é essencial até mesmo com um carro esportivo como o conceito Audi e-tron GT. A recuperação envolve os dois motores elétricos e o sistema de controle de freio eletro-hidraulicamente integrado. Diferentes modos de recuperação são combinados: a recuperação manual do litoral usando as pás de mudança, a recuperação automática por meio da eficiência preditiva e a recuperação dos freios com uma transição suave entre a desaceleração elétrica e a hidráulica. Até 0,3 g, o conceito Audi e-tron GT recupera energia exclusivamente através dos motores elétricos, sem usar o freio convencional - que cobre mais de 90% de todas as desacelerações. Como resultado, a energia é devolvida à bateria em praticamente todas as manobras normais de frenagem. Os freios das rodas estão envolvidos apenas quando o motorista desacelera em mais de 0,3 g usando o pedal do freio. O conceito Audi e-tron GT apresenta discos de cerâmica de alto desempenho que também operam com múltiplas desacelerações extremas sem comprometer o desempenho de frenagem. Reduz os tempos de carregamento: sistema de carregamento de 800 volts A bateria no conceito Audi e-tron GT pode ser carregada de várias maneiras: usando um cabo que é conectado atrás da aba na asa dianteira esquerda, ou por meio de indução sem contato com o Carregamento sem fio da Audi. Aqui, um teclado de carregamento com bobina integral é instalado permanentemente no piso onde o carro deve ser estacionado e conectado à fonte de alimentação. O campo magnético alternado induz uma tensão alternada na bobina secundária instalada no piso do carro, através do entreferro. Com uma potência de carga de 11 kW, o conceito Audi e-tron GT pode ser totalmente carregado convenientemente durante a noite. O carregamento com fio é muito mais rápido, pois o cupê de quatro portas é equipado com um sistema de 800 volts. Isso reduz substancialmente os tempos de carregamento em comparação com os sistemas convencionais que estão atualmente em uso. Assim, leva cerca de 20 minutos para recarregar a bateria a 80% de sua capacidade, proporcionando novamente um alcance de mais de 320 quilômetros (198,8 mi) (WLTP). O conceito do e-tron GT pode, no entanto, também ser recarregado nos pontos de carregamento com tensões mais baixas, fornecendo ao motorista acesso a toda a rede de carregamento. A marca com os quatro anéis lançou sua ofensiva elétrica com a estréia mundial do SUV Audi e-tron totalmente elétrico em setembro de 2018. Até 2025, a Audi oferecerá doze automóveis com acionamento totalmente elétrico nos mercados mais importantes do mundo e alcançará aproximadamente um Terceiro de suas vendas com modelos eletrificados. Os SUVs dentro deste portfólio incluem o Audi e-tron e o Audi e-tron Sportback que serão lançados em 2019. Além disso, haverá uma gama de modelos com layout de carroceria clássico, como Avant e Sportback. A gama abrangerá todos os segmentos de mercado relevantes, desde os compactos até os de tamanho normal. O Audi e-tron GT concept show car, um coupé altamente dinâmico com piso baixo, está estreando no Los Angeles Auto Show 2018. A tecnologia neste automóvel foi desenvolvida em colaboração com a Porsche; o design e o caráter do conceito GT da e-tron estão repletos de inconfundível DNA da Audi. O projeto será desenvolvido em modelos de produção em volume até o final de 2020. As entregas iniciais serão feitas aos clientes no início de 2021. Outro projeto conjunto dos departamentos de desenvolvimento da Audi e da Porsche é o Premium Platform Electric (PPE). Ele será a base para várias famílias de modelos da Audi com acionamento totalmente elétrico cobrindo os segmentos de alto volume de B a D. Fonte: Car Blog  
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21/10/2018
Audi Q3: nova geração chega ao Brasil em 2019, importado
A nova geração do Audi Q3 tem lançamento previsto para o mercado brasileiro no segundo semestre de 2019. O modelo deixará de ser fabricado no Brasil e chegará importado da Europa. O novo Q3 será importado com motores a gasolina 1.4 e 2.0 TSI, associados sempre com transmissão automática de dupla embreagem de sete velocidades. Não haverá modelos diesel. O modelo Q3 45 TFSI, de 230 cv, acelera de 0 a 100 Km/h em 6,3 segundos e atinge uma velocidade máxima de 233 Km/h. Com o fim da fabricação local o Q3 passará a pagar Imposto de Importação de 35%. Além disso, a perda do motor flex elevará a carga tributária de 11% para 13%, o que certamente elevará os preços dos atuais patamares entre R$ 154 mil e R$ 225 mil. Fonte: Car Blog
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18/09/2018
Audi e-tron, SUV 100% elétrico, é revelado
O SUV Audi e-tron foi revelado na última segunda-feira (17) em São Francisco (Estados Unidos). O pioneiro elétrico da marca é equipado com dois motores elétricos de emissões neutras de CO2. Esse sistema de baterias fica posicionado na parte central do modelo. Durante mais de 90% de todas as desacelerações, o e-tron recupera a energia exclusivamente por meio de seus propulsores elétricos. E para coloca-lo para andar, a recarga inteligente pode ser feita de forma doméstica ou em trânsito. Uma das novidades são os espelhos retrovisores externos virtuais que não apenas reduzem o arrasto, mas também levam a digitalização do veículo a um nível totalmente novo. O sistema de freios eletro-hidráulicos também são inéditos – a Audi comenta que é a primeira fabricante do mundo a usar esse tipo de sistema em um veículo elétrico produzido em série. Uma nova geração da tração quatro foi adotada, que distribui de forma contínua e variável ideal de torque entre os dois eixos dentro de uma fração de segundo. Quanto à carroceria, a grade frontal em cinza clara dá a entender que há no utilitário tecnologia de alta tensão. Por dentro, o e-tron tem sistema de navegação com planejador de rotas, cobrança automática nas estações de recarga e controle remoto via smartphone. O carro também tem assistente de eficiência para ajudar o motorista a ter uma condução econômica. Se o cliente selecionar o assistente de cruzeiro adaptativo, o sistema pode também frear e acelerar o SUV de forma preditiva. O SUV elétrico será fabricado na unidade da Audi em Bruxelas (Bélgica), e já deve ser entregue aos primeiros clientes europeus no fim de 2018. O preço inicial é de 79.900 euros. Fonte: Revista Carro
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